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Em Sessão Plenária, tomam posse Janir Adir Moreira - Grão Mestre, Leonel Ricardo de Andrade - Grande Primeiro Vigilante e Geraldo Eustáquio Coelho Freitas - Grande Segundo Vigilante Discurso de posse na sessão plenária de 20.06.2009:  O ideal gerado por uma motivação forte, pelo intenso desejo de realizar e pela convicção, desconhece fracassos. Crer no pretendido, saber usar as oportunidades, unir sentimento e razão a uma ação firme e perseverante é habilitar-se ao sucesso. Criar condições para a abertura de oportunidades para uma gestão participativa e moderna e estabelecer estratégia para isto significa, sem dúvidas, a materialização do idealizado.
Depois de quase trinta anos de participação ativa no meio maçônico, após o cumprimento de dois mandatos como Grande 1º Vigilante desta Grande Loja, e com a consciência estruturada em pressupostos éticos como princípios básicos para o alcance do ideal de dirigir os destinos do Povo Maçônico, concluímos pelo encetamento da campanha eleitoral através da formação da CHAPA EVOLUÇÃO composta juntamente com os valorosos Irmãos Leonel Ricardo de Andrade e Geraldo Eustáquio Coelho de Freitas, que, finalmente nos guindou ao mais alto e representativo posto de nossa Instituição.
A maciça e significativa votação que obtivemos, aumenta o nosso comprometimento e a nossa responsabilidade perante a comunidade maçônica, mas acima de tudo consolida a parceria que durante a gestão estabeleceremos com todos, em prestígio de uma administração moderna e participativa, por uma Maçonaria efetivamente atuante, presente e valorizada. Perceber o que acontece é um ato físico, mas, sentir o acontecimento é algo que se submete a todo um curso de sentimento e energia. Sabíamos que nesse processo eleitoral seria preciso confiar com determinação naquilo que pretendíamos com qualidade e altruísmo, cooperar com a emissão de energias positivas e realizar com a aplicação da ética na divulgação de nossas pretensões para que os fatos se materializassem. Temos a consciência de que o objetivo de EVOLUIR requer sabedoria, amor, solidariedade, fraternidade, tolerância, constante compreensão e trabalho eficaz em benefício da Instituição, e que esse conjunto harmônico nos propiciará a aplicação da SERENIDADE E EFICÁCIA necessárias ao alcance dos objetivos propostos.
A natureza não dá saltos e a marcha inexorável do cosmos é EVOLUTIVA, ou seja, persegue metas que embora não possamos entendê-las quanto à finalidade última ou magna, também não podemos negar que existam. Há uma sinfonia universal que marca seu compasso com precisão e harmonia, cabendo-nos enquanto agentes transformadores, trabalharmos incessantemente na busca da EVOLUÇÃO e das realizações aspiradas por todos.
Possuímos responsabilidades perante o progresso da humanidade, cada um dentro de seus limites, mas todos dentro de suas possibilidades. Por mais humilde que seja o trabalho que desenvolveremos à frente dos destinos da Grande Loja Maçônica de Minas Gerais, com absoluta certeza ele estará contribuindo para ensejar a realização das grandiosas metas de nossa Instituição.
Por oportuno registramos que no exercício do Grão-Mestrado não faremos comparações com as realizações já alcançadas por nossos antecessores, mesmo porque é nosso dever reconhecer a grandiosidade do trabalho até aqui realizado, e valorizar a atuação de seus realizadores. Sabemos que cada um tem um estilo próprio, e desta forma a esmagadora maioria dos Irmãos que nos confiaram a honrosa tarefa de dirigir a Grande Loja pelos próximos três anos, também são conscientes de que implementaremos o “nosso estilo”, a nossa “marca”, ou a forma de governar. Ao sermos eleitos recebemos a outorga para a concretização de maiores incumbências e vamos executar o projeto que foi apresentado a todos.
É a hora de enaltecermos o trabalho desenvolvido pelos Grãos-Mestres que nos antecederam, principalmente aqueles que já se encontram integrados no Grande Oriente Celestial, que desde a nossa iniciação podemos enumerar os Sereníssimos Grãos-Mestres José Lopes Bragança, Onéas D’Assunção Corrêa e Getúlio Gadelha Dantas. Rendemos ainda as nossas mais sinceras homenagens e registramos a nossa admiração aos Grãos-Mestres Ad-Vitam aqui presentes, os Irmãos Ronaldo Braga, Celso Sérgio Ferreira e Dácio Antonio Cardoso, além do Grão-Mestre Adjunto Ad-Vitam, Irmão Eduardo Telino de Menezes. Deixamos para o final, em uma homenagem especial que pretendemos fazer através de uma “prece silenciosa” voltada a todos aqueles Irmãos que já partiram para o Oriente Celestial, o nosso querido e saudoso Irmão Arlindo dos Santos, que para nós representou efetivamente o marco divisório que permitiu o grande crescimento da Grande Loja Maçônica de Minas Gerais.
Entendemos que para a gestão devamos sempre buscar a experiência daqueles que já serviram à Ordem como Grãos-Mestres e que certamente poderão muito nos ajudar na tarefa que agora nos cabe desempenhar, e assim como primeiro ato de nossa administração já anunciamos a criação do “Conselho de Past Grãos-Mestres”. Este Conselho, à exemplo do que ocorre com os Conselhos de “Past Veneráveis Mestres” das Lojas, será um “órgão consultivo” do Grão-Mestrado, através do qual certamente obteremos grandes orientações e sugestões para o exercício de nosso mister, em defesa da Grande Loja Maçônica de Minas Gerais. Assim meus queridos Irmãos pensamos ser a hora de passarem as “esponjas” nos paramentos muito vamos necessitar de seu trabalho.
As metas, mesmo se não alcançadas inteiramente durante uma gestão, encontrarão terreno fértil para a frutificação, se lançarmos as suas sementes e cuidarmos para que elas se multipliquem, pois sendo de utilidades e aspirações, quando estas a muitos alcançarem teremos a sensação do dever cumprido.
Registramos o nosso agradecimento e admiração ao Sereníssimo Grão Mestre Antonio José dos Santos, que aqui implementou o seu estilo de trabalho, e com ele muito realizou em benefício de todos. Ressaltamos que o PROJETO EVOLUÇÃO, nascido dos ideais esboçados e apresentados aos Irmãos desde quando juntos assumimos a Grande Vigilância em 2003, e materializado com a CHAPA EVOLUÇÃO em 2006 necessita de continuidade e apoio para que suas frutificações se repitam.
Uma instituição escreve a sua história através da história de cada de um seus entes, em especial por intermédio daqueles que têm a capacidade de compreender, tolerar, somar e realizar. Felizmente existem homens que ousam sonhar e, sonhando fazem de seus sonhos desafios a serem superados. Assim eles vão cumprindo o seu papel, como muito bem fez o nosso Sereníssimo Grão-Mestre Antonio José dos Santos, através da motivação de seus pares para que os mesmos pudessem buscar os seus próprios sonhos e estabelecer novos desafios.
O progresso sempre emergiu por haver quem se preocupasse em acrescentar algo ao já conquistado.
Portanto, mesmo o que se tem como consagrado, certamente merecerá de nossa parte uma atenção em seu aperfeiçoamento, no puro sentido de ver o que se pode fazer ainda mais. Busquemos o exemplo na obra universal que apesar de sua grandiosidade e perfeição parece nunca estar acabada e até as próprias estrelas continuam a se renovar, seguindo novos rumos e novos cursos.
Para ao desenvolvimento de nosso mister dependeremos da participação ativa de cada um de nossos Irmãos, e em especial daqueles que eleitos para a direção de suas respectivas Oficinas, são as lideranças maiores de nossa Ordem, representando pontos de luz na constelação da Grande Loja Maçônica de Minas Gerais.
Também informamos que temos consciência de nossas responsabilidades e que no afã de melhor prestar serviços à nossa comunidade, prestigiando a todos, seremos o “Grão-Mestre de todas as Lojas e de todos os Irmãos, e não apenas daqueles que nos prestigiaram com o voto. Desta forma, nossa ação será no sentido do alcance de todo o Povo Maçônico jurisdicionado à Grande Loja. Em sua forma peculiar, a nossa Instituição reproduz na proporção de sua importância para os maçons e para a sociedade, uma verdadeira estrutura de Estado e Governo, onde a harmonia e interação dos ocupantes dos mais variados cargos representam, sem sombra de dúvidas, a grande mola propulsora da evolução e das realizações.
Assim, no implemento de nosso governo, iremos compartilhar as decisões com os vários órgãos institucionais, que, inseridos no contexto da gestão da Grande Loja, nos limites e parâmetros fixados pela nossa Constituição, têm a missão de coletivizar as responsabilidades.
É imprescindível que o Grão-Mestrado se alicerce nas leis e regulamentos que são idealizados coletivamente através das legítimas representações, gestados e aperfeiçoados na Câmara de Legislação e votados nas Assembléias Plenárias.
Também é de se reconhecer que o equilíbrio das decisões, o acertamento das relações entre os Irmãos e Lojas, e a segurança da Instituição, se dá pela aplicação e distribuição da Justiça, através da garantia do princípio do contraditório pleno e da ampla defesa, que deverá ser assegurado a todos, além da coletivização das decisões das Lojas, da Egrégia Câmara de Justiça e da Câmara Superior de Recursos, que, como órgãos auxiliares das Assembléias Plenárias, têm o importantíssimo papel de compor as relações jurídicas, promover a harmonia e a paz, aplicando os ditames da justiça.
A Procuradoria Geral da Ordem, ao seu tempo, desempenha o importantíssimo papel institucional de defesa da Grande Loja e dos interesses da coletividade maçônica, atuando ainda na fiscalização e aplicação das leis aos casos concretos.
Não poderemos nos esquecer ainda que o agigantamento físico de nossa Grande Loja, com expressivo número de Lojas e Irmãos em todos os rincões do Estado de Minas Gerais, exige do Grão Mestrado o estabelecimento da delegação de poderes e responsabilidades, principalmente no que tange à sua representação, pois é absolutamente impossível aos dirigentes máximos multiplicarem-se para o atendimento pessoal a todos os casos. Todavia, entendemos que é necessário efetivamente darmos importância e status aos nossos Delegados, que como efetivos representantes do “Grão-Mestre” possam multiplicar a nossa atuação, onde e quando for necessário.
A atuação da Grandes Secretarias de Relações Interiores e Exteriores será de fundamental importância para o cumprimento de nosso mister, pois a aproximação, convivência, estabelecimentos de parcerias visando objetivos comuns e intercâmbio, entre Lojas, Obediências, Grandes Lojas, Estados e Países, representam a garantia de não estaremos sozinhos nesta grande empreitada.
Enfim, dentro dos princípios e parâmetros norteadores de uma gestão que pretende seja efetivamente participativa, reconhecemos a significativa importância do papel desempenhado por todos, em especial pelas Secretarias Especiais, pelas várias Comissões, pela Escola Maçônica, pelos mais variados ocupantes de cargos ritualísticos da Grande Loja, e finalmente por todos aqueles que de uma ou de outra forma desenvolvem tarefas ligadas à administração da Grande Loja.
Temos convicção da importância do trabalho e participação de nossos funcionários para o cumprimento de nossa missão. A Grande Loja deverá ser administrada como uma empresa, em que haja efetiva separação de conceitos de Irmãos e de colaboradores, sendo que prestigiaremos a competência, zelo, espírito de equipe e de colaboração, capacidade de cumprimento das tarefas, e não a condição de termos necessidade de “ajudar a um ou outro irmão” em detrimento dos interesses da GLMMG. Trabalhar com gestão de pessoas é uma tarefa delicada, porém prazeirosa, sendo absolutamente interessante que ocorra a delegação de responsabilidades, onde cada um efetivamente passe a desempenhar o seu papel dentro de uma estrutura organizacional previamente definida, cumprindo as suas tarefas e interagindo com os demais para o alcance dos objetivos finais. O sucesso que se pretende obter no campo da administração certamente se dará pelo respeito à individualidade e capacidade de cada um, pelo prestígio às suas qualidades, pelo oferecimento de condições propícias e adequadas a uma prestação de serviços eficaz e acima de tudo pelas relações de confiança que devem ser estabelecidas entre administradores e colaboradores. Não existe a chamada MEIA CONFIANÇA. Ou ela existe ou não há espaço para o trabalho eficaz.
Desta forma, pretendemos nos utilizar de todos os recursos possíveis que nos possibilitem o alcance dos objetivos colimados. A vitória sobre nós mesmos, todavia, é maior de todas e esta deve ser tenazmente pretendida para que nos mantenhamos em plena capacidade de realização.
É absolutamente interessante a constatação de que mesmo se cada um nós se dispusesse a trabalhar firme por um ideal, mas isoladamente, com certeza seríamos frustados em nossas pretensões. O princípio básico é que a união de propósitos e o trabalho coletivo e organizado representam a razão do sucesso de qualquer empreendimento.
Não nos move a vaidade de ser a grande estrela da constelação, pois cabe-nos apenas e tão somente a missão institucional de sermos representantes desta maravilhosa Instituição, mas somos conscientes de que conforme muito bem definiu Platão: “ O que faz o barco andar não é a vela enfunada, mas o vento que não se vê”. Esse vento é exatamente representado por todos, que, seja na condição de ocupante de cargo, colaborador, dirigente de Loja, delegado, deputado, juiz ou irmão participante do quadro das Lojas, trabalham de forma incessante em busca dos resultados colimados.
A expressiva presença de representações de Grãos-Mestres de vários Estados brasileiros, além dos Grãos-Mestres do Grande Oriente de Minas Gerais e Grande Oriente do Estado de Minas Gerais, da Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil, do ilustre Soberano Grande Comendador, (Autoridade máxima do Rito Escocês Antigo e Aceito para a República Federativa do Brasil), dos Veneráveis Mestres representantes da expressiva maioria de nossas Lojas filiadas e dessa massa humana carinhosa e amiga representada pelos Irmãos das mais variadas regiões, sinalizam para a necessidade da grande tomada de posição da Maçonaria brasileira, em defesa dos interesses de nosso Povo e de nossa Gente.
Aproveitamos também esse momento magno para dizer-lhes que entendemos como absolutamente necessário criarmos condições para a efetivação ou o aprimoramento de uma parceria que esperamos seja grandiosa e proveitosa com o Supremo Conselho do Rito Escocês Antigo e Aceito, pois a nossa convicção é de que o nosso Rito começa no grau 1 e vai até o 33. Não pode haver essa interrupção no grau 3, onde a Grande Loja somente se preocupa até que o Irmão alcance a posição de Mestre Maçom. Se o grande objetivo da ordem maçônica é exatamente investir no homem para que ele se aperfeiçoe, e aperfeiçoado possa servir à coletividade onde esteja inserido, e considerando-se a forma “sui-generis” de transmissão de conhecimentos através da prática ritualística, não há como se admitir que não incentivemos os Irmãos ao ingresso e progresso na escalada dos Graus até a plenitude da investidura no grau 33. Necessitamos efetivamente dar prestígio às nossas 14 regiões litúrgicas e firmamos essa verdadeira e efetiva parceria, sem diferenças e sem preconceitos.
Ao assumirmos o Supremo Malhete da nossa Grande Loja Maçônica de Minas Gerais, estamos dividindo com todos, não só os louros da vitória, mas, também, a responsabilidade de fazer com que a Maçonaria seja mais atuante.
O apoio às nossas famílias representa uma obrigação constante, mesmo porque é nelas que reside a essência da Instituição. A família é a célula-mater da Maçonaria, e certamente através das entidades paramaçônicas, como a Ordem De Molay, Ordem das Filhas de Jó e Associações de Damas da Fraternidade, teremos o grande caminho para a União esperada por todos.
Tão expressiva é a oferta da existência que as missões que nos são entregues no exercício de nossa vida somente se valorizam na medida em que efetivamos o bem e exercitamos a prática do reconhecimento e agradecimento por tudo que recebemos.
Assim, para finalizar, agradecemos principalmente aos nossos pais, que mesmo desconhecendo os fundamentos da Maçonaria, nos propiciaram a educação e nos direcionaram na senda da humildade, da ética, da moral e das grandes aspirações, que são qualidades próprias dos iniciados.
Agradecemos também às nossas famílias, e principalmente às esposas e filhos, que como grandes parceiros na vida, sempre nos demonstram que a grandeza do ser está em mensurar seus próprios limites, e nunca mediram esforços nos incentivos que nos deram diuturnamente.
Nosso agradecimento também aos Irmãos LEONEL RICARDO DE ANDRADE e GERALDO EUSTÁQUIO COELHO DE FREITAS, que como companheiros de jornada, fazem parte do grande projeto EVOLUÇÃO em que irmanados por sentimentos altruístas, desenvolveremos juntos em benefício de todos.
Aos Irmãos das Lojas Obreiros da Verdade nº 52, Angelino Pavan nº 105 e Arte Real nº 230, onde demos os primeiros passos na caminhada maçônica, e que incessantemente trabalharam pela concretização de nossos ideais, o nosso mais profundo reconhecimento.
Aos incansáveis Irmãos que conosco participaram diretamente desta vitoriosa campanha e nos ajudaram a conduzi-la com ética e com respeito àqueles que também se utilizaram dos momentos sublimes de enaltecimento da democracia em nossa Ordem e lançaram os seus nomes à apreciação do Povo Maçônico, em que não perdemos uma oportunidade sequer de enaltecer as suas qualidades, o nosso reconhecimento.
Rendemos nossas homenagens e agradecemos aos queridos Irmãos, que acreditaram nas metas que apresentamos, depositaram a sua confiança em nosso projeto e conseqüentemente nos possibilitaram a assunção do malhete supremo da Grande Loja.
Finalmente, convidamos todos para juntos fazermos uma prece silenciosa em homenagem aos Irmãos que já se integraram à Grande Loja Celestial, certos de que os mesmos encontram-se irmanados dos mesmos propósitos que já nos conduziram a grandes realizações até aqui, e certamente ainda contam com a liderança do saudoso Grão Mestre Arlindo dos Santos, que deixou a sua marca de progresso, de incentivo e entusiasmo, propiciando à Grande Loja, efetivamente o início do grande salto rumo aos dias atuais.
Reconhecemos o infinito poder da criação ao constatarmos que efetivamente hoje nos é propiciada a maior das alegrias de nossas vidas, através da oportunidade que nos é dada para dirigirmos essa maravilhosa Instituição, que, pelos seus fundamentos representa a certeza de que somos integrantes dessa majestosa sinfonia cósmica universal .
Por derradeiro temos que, em uma orquestra muitos são os instrumentos que ao mesmo tempo emitem sons, mas, a música é uma só. Da qualidade e sensibilidade dos músicos, do bom preparo dos arranjos e da segurança e liderança do Maestro resultam a plena harmonia do conjunto, e é exatamente com fundamentos nesse equilíbrio que esperamos conduzir os destinos da nossa querida Grande Loja Maçônica de Minas Gerais pelos próximos três anos.
Muito obrigado.
Janir Adir Moreira Grão-Mestre |